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domingo, 2 de maio de 2010

A Ciência Noética e a força do pensamento



Começemos este post com uma charada: O que os figurões: Charles Darwin, um psicólogo americano chamado William James, os grandes pensadores e psicanalistas Freud e Jung, o gênio Albert Einstein, o cara da luz elétrica, o Thomas Edison, o filósofo Henri Bergson, o escritor irlandês James Joyce, e mais recentemente Dan Brown em seu Best Seller O Símbolo Perdido, têm em comum?
Resposta: Todos eles, cada um do seu jeito, acreditavam (acreditam) na força do pensamento.
E quando eu falo força, falo literalmente – ele tem massa. E tudo o que tem massa pode ser medido e pode interagir fisicamente com o meio que se encontra. Se a única coisa que passou pela sua cabeça agora foi o torcimento de garfos e colheres, você precisa ler esse post o mais rápido possível. O que vamos falar aqui não é charlatonismo, é algo que envolve misticismo, física, tecnologia de ponta, fundamentos religiosos, previsão do futuro e consequências no mínimo estranhas. Prepare-se para se surpreender.
Primeiro vamos a definição teória do assunto segundo o (novo) pai dos (cyber) burros, a Wikipédia.
A noética (do grego nous: mente) é uma disciplina que estuda os fenômenos subjetivos da consciência, da mente, do espírito e da vida a partir do ponto de vista da ciência. Como conceito filosófico, em linhas gerais define a dimensão espiritual do homem. Wikipédia
Em outras palavras, a Ciência Noética tenta provar cientificamente assuntos subjetivos como o pensamento, a alma, milagres e fé. Ela afirma que não existe nada de sobrenatural nos milagres feitos por santos e xamãs, essas manifestações são apenas consequência da força do pensamento. Quando um santo (lê-se qualquer um que faz "milagres") está prestes a efetuar uma cura, por exemplo, ele tem em seu cérebro substâncias químicas que formam uma espécie de substância natual que chega ser curativa. Esta substância se cria pela força do pensamento dos tais santos, monges e tal; e pela força do pensamento é que eles curam as pessoas.
Na verdade, segundo a noética, todos nós temos esse poder dentro de nós, uma vez que somos nossos próprios criadores. Daí começa toda aquela explicação de que somos deuses e que não existe um Deus criador, isso é tudo invenção nossa para lidar com nossas possíveis incapacidades. E que no final das contas somos totalmente capazes de tudo, inclusive de fazer coisas inimagináveis – milagres. Daí você pensa: "Ué, mas como que eu não consigo fazer essas coisas também? Por que eu nunca transformei água em vinho?" A resposta dos noéticos é até bem bonita: "Se dermos um violino a um leigo, é bem provável que ele não consiga tocar uma nota sequer. Bem diferente do que um violonista profissional é capaz de fazer". Em outras palavras, tudo o que separa você do Buda é a prática. Acredite quem quiser.
A ciência noética não deve ser confundida com misticismo. O misticismo procura se conectar com o sobrenatural através da filosofia, fé e experiência religiosa. Já a noética pretende ser uma ciência, isto é, utiliza o método científico para testar suas teorias. Também difere da ciência materialista por descartar visões reducionistas da realidade, por concentrar-se no estudo da subjetividade e por levar em consideração elementos valorativos e teleológicos, e não apenas quantitativos e autolimitantes. Wikipédia
É a ciência noética que fundamenta a possibilidade de se pesar a alma humana, como já falado no post anterior (O PESO DA ALMA) também explica alguns assuntos curiosos, como a previsão do futuro através da medição do pensamento das pessoas. Em poucas palavras, significa que qualquer um consegue definir o que vai acontecer em um futuro próximo, se souber o que a maioria das pessoas está pensando, uma vez que esse pensamento tem massa (e poder), fica fácil entender o que pode vir a acontecer. É sob essa perspectiva que o livro do Dan Brown, O Símbolo Perdido traz em sua trama um dispositivo tecnológico que pela internet consegue medir "o estado emocional de uma nação" ou "o humor de um país" e assim "construir um barômetro da consciência cósmica". Com uma medição dessa, fica fácil se prever um atentado terrorista, por exemplo. Mas se você pensa que esse dispositivo é pura ficção, não perca o próximo post sobre um superdispositivo (REAL) norte americano chamado Webbot.
Os pressupostos essenciais da noética são os conceitos, encontrados em várias tradições filosóficas e religiosas, de que o homem é o criador de sua própria vida, que a consciência impregna toda a realidade, que o homem tem outros meios de contactar a realidade além de seus cinco sentidos tradicionais. Wikipédia
Se você achou a ciência noética interessante, mas ainda muito longe da nossa realidade, é porque ainda não entendeu a dimensão dessa nova "corrente filosófica" (se algum "noético" ler esse meu texto, vai querer me matar ao ler que eu chamei uma CIÊNCIA de corrente filosófica, mas é só para que nós leigos entendamos mais fácil). Essa ciência tenta explicar absolutamente tudo ao nosso redor. Ela quer de fato nos convencer que temos um potencial enorme dentro de nós, e que temos que voltar a nós mesmos, nos conhecendo melhor, para que possamos evoluir e então chegar a este nível de sermos "deuses".
Falando nisso me faz lembrar do filme AVATAR. Seres que tinham uma ligação (literal) entre eles mesmos e a natureza, e apenas conservando e melhorando essa ligação é que eles conseguem se comunicar por telepatia, conseguem interagir com as plantas e animais e até fazer curas quando estão em grupo. Se isto não é noética explícita? Só não vê quem não quer. Pois no final das contas, quem precisa de Deus nessa "nova era"?
"(...) Até mesmo o Instituto de Ciências Noéticas da Califórnia descrevia a disciplina em uma linguagem misteriosa e difícil de entender, definindo-a como o estudo do 'acesso direto e imediato por parte da humanidade ao conhecimento além daquele disponível aos nossos sentidos normais e ao poder da razão'. (...) A palavra noético (...) vinha do grego antigo – nous – que podia ser traduzido aproximadamente como 'conhecimento interno' ou 'consciência intuitiva'." O SÍMBOLO PERDIDO – DAN BROWN.
Apesar de todo o novo livro do Dan Brown estar fundamentado nesses conceitos da nova era e principalmente embasado na Ciência Noética, não me choca nem um pouco que mais um livro dele tenha teor polêmico. Mas o que vemos nos filmes, no teatro e na internet TAMBÉM são esses conceitos camuflados, ou até explícitos como em Avatar. E para quem ainda não está convencido da veracidade do assunto, pesquise a respeito do assunto no IONS (Institute Of Noetic Science) ou no site brasileiro WHH -Willis Harman House. Aprofundem o estudo sobre o assunto e criem sua opinião a respeito dessa ciência revolucionária e que está na moda. E vai que se empolga, cai de cabeça no assunto e vira o novo Super-Buda?! = )

Vale frisar que este texto é apenas para efeitos de curiosidade e que de nada tem haver com minhas concepções pessoais.
Aldrêycka Albuquerque

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