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terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Seriam os alienígenas os engenheiros do nosso passado megalítico?

Desenhado à laser?


Assistam esse inquietante documentário a respeito da perfeição matemática das nossas obras antigas e se questione se todas elas foram feitas manualmente ou não. Todas as provas estão aí, assistam, vejam com os próprios olhos e escolham no que acreditar.

Ancient Aliens - Aliens & Engenheiros 


PARTE 01



PARTE 02



PARTE 03



E aí? O que você acha?

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Civilização mais antiga do mundo estaria submersa no Japão


Desde 1995, mergulhadores e cientistas japoneses estudam uma das mais importantes descobertas arqueológicas do planeta, misteriosamente ignorada pela imprensa ocidental. Localizada a alguns quilômetros da ilha de Yonaguni, estão os restos submersos de uma cidade muito antiga. Muito antiga MESMO! Os estudos geológicos calcularam a idade destes monumentos como tendo 11.000 anos de idade, o que os colocaria como uma das edificações mais antigas do planeta. 



Ao longo de mais de uma década de explorações, mergulhadores já haviam localizado nada menos do que oito grandes estruturas feitas pelo homem, incluindo um enorme platô com mais de 200m de comprimento, uma pirâmide no mesmo estilo das aztecas e maias (constituídas de 5 andares e alinhadas de acordo com pontos cardeais), bem como um conjunto completo de zigurates, demarcando áreas e regiões específicas no platô.Assim como são “coincidências” o fato das pirâmides do Egito estarem alinhadas com a constelação de Orion (Osíris), as pirâmides encontradas na China alinharem perfeitamente com a constelação de Gêmeos, os Templos astecas de Tecnochtitlan estarem alinhados com a constelação de Urso, Angkor Wat (aqueles templos que a Lara Croft explora no Cambodja) estarem alinhados com a constelação do Dragão e assim por diante. 



Uma estrutura que se pensa ser a construção mais velha do mundo, com quase duas vezes a idade das grandes pirâmides do Egito, foi recentemente descoberta. A formação retangular de pedras abaixo do mar na costa do Japão poderia ser a primeira evidência de uma desconhecida civilização anterior a Idade da Pedra, dizem os arqueólogos. O monumento tem 600 pés de largura e 90 pés de altura e foi datado com pelo menos 8.000 a.C. Equipe do dr. Masaaki Kimura, da Universidade de Ryûkyû, exploram o sítio arqueológico submarino. Escadarias, rampas, terraços, entalhes na rocha e outros indícios da "mão humana", como ferramentas. Yonaguni pode ser o mais antigo consjunto arquitetônico da história. A Okinawa Roseta é um achado arqueológico de Okinawa. No arquipélago de Ryûkyû, a 480 km a sudoeste de Okinawa - Japão, as águas em torno da ilha de Yonaguni escondem um conjunto de misteriosas ruínas magalíticas. O território, de 28,88 km² e uma população de pouco mais de mil e setecentas pessoas, atraiu a atenção de historiadores, arqueólogos e outros cientistas quando, em 1985, um mergulhador descobriu as magníficas estruturas de pedra submersas nas águas que circundam a ilha. 



Quando fotos do lugar foram divulgadas, imediatamente começou a polêmica sobre a origem dos terraços e escadarias. Muitos estudiosos recusaram aceitar que as ruínas sejam de construções feitas por mão humana. As formas geométricas, os ângulos muito certos, foram atribuídos a "agentes naturais". Entretanto, outros pesquisadores afirmam que o fundo do mar de Yonaguni é o túmulo de uma próspera civilização possivelmente mais antiga que Suméria, Egito, Índia ou China. Em 1997, dr. Masaaki Kimura, professor da Universidade de Ryûkyû, PHD em geologia marinha, publicou A Continent Lost In The Pacific Ocean, onde defende a teoria da civilização submersa; no mesmo ano, uma equipe da universidade empreendeu estudos no sítio arqueológico. Em 04 de maio de 1998, partes da ilha e das ruínas foram sacudidas por um terremoto. Depois do abalo, foram realizadas filmagens submarinas. Constatou-se que haviam surgido novas estruturas de forma similar aos zigurats da Mesopotâmia. Estes seriam, então, os edifícios mais antigos do mundo. Foram encontradas marcas nas pedras que evidenciam o trabalho feito nelas, incluse entalhes. Também foram achadas ferramentas e uma pequena escadaria. A hipótese de formação natural em Yonaguni tornou-se, então, pouco plausivel. 



O Enigma da Face Submersa, 18 metros abaixo da superfície, surge uma cabeça megalítica, um rosto de pedra gasto pela erosão das águas que faz lembrar as cabeças de pedra de outros lugares antigos: Moais, no Pacífico; La Venta, Golfo do México. Há 6 mil anos, as ruínas eram terras emersas, ligadas ao continente. A elevação do nível dos mares ao longo de eras fez submergir territórios como os da costa de Yonaguni. Há especulações sobre a "identidade" da civilização sepultada naquelas águas. Muitos falam em Atlântida mas, se parte de uma "civilização perdida" repousa no leito daquele mar então o mais certo é que seja a Lemúria ou Mu, ainda mais antiga, chamada pelos esotéricos de civilização da Terceira Raça.



COPIADO NA CARA DURA DO: "DCS LIVE".




Não faço isso aqui no blog. Geralmente eu escrevo meus próprios textos com base em diversas fontes. Mas o tempo anda escasso, os leitores ávidos por atualizações, então lancei mão do CTR-C e CTR-V. Espero que me perdoem, but I hope you like. Ah! Em breve post sobre a Terceira Raça.


Aldrêycka Albuquerque



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domingo, 24 de outubro de 2010

Os Olmecas

Olmecas - cabecas 2
Este post é dedicado a todos aqueles que após lerem este post ficaram interessados sobre os Olmecas, e tiveram que esperar dois meses e onze dias para conferi-lo, como eu tinha prometido. Demorou mais chegou, galera. Espero que gostem.
Ainda hoje sabe-se muito pouco sobre os Olmecas. Tão pouco que nem se tem certeza como esta civilização realmente se chamava, pois “olmeca” foi um nome asteca que posteriormente os arqueólogos colocaram, que significa “Habitantes do país da borracha” – pois na região onde esse povo habitou, existiam muitas seringueiras. Na verdade, o nome pelo qual essa civilização se reconhecia ficou perdido na história mesoamericana. Assim como informações importantes, como: se eles foram um Império; se tinham algum tipo de unidade entre as cidades ou se eram um povo constituído de diversas cidades-estado como os Maias; se eles foram realmente os primeiros povos “civilizados” da mesoamérica; se praticavam sacrifícios humanos; ou se tiveram ou não contato com povos da Europa, da Ásia ou da África. O pouco que se sabe dos Olmecas foi através de arqueólogos que ao estudarem os Astecas, encontraram artefatos e outros resquícios de uma civilização ainda mais antiga.

Acredita-se que os Olmecas viveram no México central por volta de 1500 a 400 anos antes de Cristo, e que eles foram a civilização-mãe de todas as civilizações mesoamericanas posteriores (astecas, maias, tolteca, etc). Em uma área pantanosa, localizada próximo à costa leste do México, mais precisamente nas regiões banhadas pelos rios Tonalá, Blasillo, Papaloapan e Chiquito foram encontradas uma série de esculturas e peças de cinzelagem que remontam a um caráter diferente do Maia, diferente do Tolteca, diferente do Asteca, do Zapoteca, do Mixteca e do Teotihuacano. Essas peças então foram classificadas como Olmeca. Os céticos acreditam que existe uma grande abstração na hora de se creditar o que realmente foi feito pelos Olmecas – meio que por eliminação, e isso gera uma grande possibilidade deste povo nunca terem existido de fato, concordam?

Existem 18 sítios arqueológicos com traços Olmecas em maior ou menor grau. Destes, três são muito superiores aos demais e então são considerados os centros desta civilização: La Venta, Tres Zapotes e San Lorenzo. Além desses três sítios arqueológicos, existem outros quinze localizados em sua proximidade que podem ter sido Olmecas ou, ao menos, influenciados por este povo. Por fim, sabemos que a única região da Mesoamérica onde não se encontram vestígios convincentes da cultura Olmeca é a região onde se desenvolveu a cultura Maia, deve haver, portanto, alguma explicação para isso. Sabemos, por fim, que após o século IV a.C. tornam-se cada vez mais raros os vestígios Olmecas até chegarem à total extinção dessa população.
olmecas - cabecas
Para muitos, La Venta poderia ter sido a capital de um possível Império Olmeca; não era a cidade mais antiga, mas, sem dúvida, era a mais bem conservada, além de ser a possível “criadora” de muita parte do estilo Olmeca. Pois bem, por volta do final da década de 70, com a crise do petróleo, este recurso se tornou muito caro e escasso no ocidente, o que fez com que o empenho das empresas prospectoras de petróleo estatais em encontrar novas fontes do material aumentasse. Foi o que aconteceu e, dessa forma, a PEMEX descobriu que embaixo do sítio de La Venta existia petróleo em abundância. O governo Mexicano não pensou duas vezes, autorizou a remoção de tudo o que estava no sítio e a instalação de uma central de extração de petróleo na pequena ilha fluvial. Resultado: foi criado, em Villahermosa, o Parque La Venta, onde estão os objetos retirados do sítio e as coisas que não puderam ser retiradas, como (simplesmente) a Pirâmide (talvez a mais antiga da América e, dessa forma, uma bela fonte de estudo para se chegar a um porque da construção desse tipo de edifício na América) foram destruídas.

Os olmecas poderão ter sido a primeira civilização do hemisfério ocidental a desenvolver um sistema de escrita. Símbolos descobertos em 2002 e 2006 foram datados de 650 a.C. e 900 a.C. respectivamente, precedendo a mais antiga escrita zapoteca datada de 500 a.C.. Conhecida como o bloco de Cascajal, a descoberta de 2006 feita num local próximo de San Lorenzo, mostra um conjunto de 62 símbolos, 28 dos quais são únicos, gravados num bloco de serpentina. Um grande número de arqueólogos proeminentes considerou que esta descoberta será "a mais antiga escrita pré-colombiana", porém há controvérsias. Outra invenção olmeca pode ter sido o calendário de contagem longa utilizado por muitas das civilizações mesoamericanas subsequentes, bem como o conceito de zero. Uma vez que os seis artefatos com as mais antigas datas segundo o calendário de contagem longa foram todos descobertos fora da região maia, então é provável que este calendário seja mais antigo que a civilização maia e possivelmente uma invenção olmeca. A contagem longa requeria o uso do zero no seu sistema numérico vigesimal. Um glifo com aspecto de uma concha --clip_image002 -- era usado como um símbolo do zero nas datas em contagem longa, a segunda mais antiga das quais, na estela C de Tres Zapotes, contém uma data correspondente a 32 a.C.. Este glifo é uma das mais antigas utilizações do conceito de zero na História.

Os Olmecas parecem ter sido os pioneiros a praticarem deformações cranianas, uma prática muito corriqueira entre os povos da América Pré-Colombiana. Essa prática consiste em um sem-número de modificações que os indivíduos de determinadas sociedades podiam provocar voluntariamente em seus filhos ainda bebês. É possível que houvesse entre os Olmecas uma espécie de hierarquização devida às deformações, tal qual houve entre os Maias (em Palenque, os governantes deveriam nascer com alguma deformação física para estarem aptos a governar, isto era visto como um presente divino; os que não nasciam assim, mutilavam-se em busca dessa proximidade com os deuses).
Olmecas - cabecas 4
O legado mais misterioso e marcante desta civilização são as grandes cabeças esculpidas em diversos materiais, entre eles basalto, com altura variando de 2 a 4 metros e pesando de 4 a 65 toneladas. Até hoje, são 17 as cabeças colossais desenterradas. Elas foram talhadas a partir de blocos individuais de basalto oriundos da Sierra de los Tuxtlas. As cabeças localizadas em Tres Zapotes, foram esculpidas em basalto do Cerro el Vigía, na extremidade oriental dos Tuxtlas. Por outro lado, as cabeças de San Lorenzo e de La Venta, foram provavelmente talhadas em basalto proveniente do Cerro Cintepec, no lado sudeste dos Tuxtlas, talvez nas oficinas do sítio vizinho de Llano del Jícaro, e arrastadas ou levadas por rio até ao seu destino final. Foi estimado que seriam necessários os esforços de 1500 pessoas durante três a quatro meses para deslocar uma cabeça colossal desta forma. Uma vez que nenhum texto pré-colombiano as explica, estes monumentos impressionantes têm sido objeto de muita especulação. Antes eram consideradas representações de jogadores, já atualmente se acredita que sejam retratos de governantes. Daí cria-se mais uma polêmica: a curiosa feição que tinham esses governantes.

Essas feições das grandes cabeças são chamadas de “Olmecóides” – faces redondas com narizes negróides, olhos mongólicos e lábios superiores protuberantes. Como se sabe, as feições comuns entre os aborígenes da América não era nem de longe parecida com essa feição “Olmecóide”, sendo assim, é possível que este tipo de rosto fosse o rosto de governantes com deformações cranianas. É lógico que tal aparência suscita logo a dúvida: teriam os Olmecas tido contato com negros Africanos? O estudioso Samael Aun Weor acredita que sim. Em uma de suas conferências sobre Antropologia Gnóstica, Weor afirmou que essas cabeças foram esculpidas há mais de 20 mil anos, quando a Atlântida não havia ainda submergido. Segundo ele, esse continente perdido unia na época a Europa, a África e as Américas, e era por ele que vinham, entre outros, peregrinos africanos visitar as pirâmides mexicanas. Dessa forma, muitos esotéricos e alguns estudiosos de cabeça mais aberta, acreditam que em honra à visita dos grandes reis africanos, os olmecas esculpiam essas enormes cabeças de pedra. O que se sabe ao certo é que essas Cabeças Olmecas possuem traços marcadamente negróides, muito diferente das feições daquele povo.
Feiçoes Olmecas e Amerindias

Outra curiosidade que ronda esses monumentos olmecas é o fato de que um grande número dessas cabeças foi mutilado. Não só mutilado, como enterradas e desenterradas, recolocadas em novos locais e/ou reenterradas. Sabe-se que pelo menos duas cabeças foram recicladas ou novamente talhadas, mas não se sabe se isto se deve apenas à escassez de pedra ou se tais atos tinham conotações rituais. Suspeita-se igualmente que o significado de algumas das mutilações vai além da mera destruição, mas alguns estudiosos não excluem conflitos internos. Alguns afirmam que os próprios olmecas destruíram muitas delas para simbolizar que esses reis-sacerdotes africanos não eram mais de confiança ou ainda que eles haviam morrido de forma violenta. Também existe a hipótese (essa menos provável) de que grupos inimigos dos olmecas destruíram algumas dessas cabeças em atos de violência e vandalismo.
Feiçoes Olmecas e Negroides

Bem, no final das contas, os Olmecas mesmo sendo uma civilização esquecida perante tantas outras mais famosas, que deixaram legados muito mais importantes, garantiram seu espaço no Estranho Curioso por terem tido colhões para construírem cabeças dantescamente horrorosas, levarem elas de um extremo a outro sabe-se Deus como e para que propósito, depois sumirem com seus rastros num passe de mágica. Só sobraram cabeças de basalto, que não eram nem parecidas com eles próprios, para contarem a história. Vai que os Olmecas pegaram a estrada dos seus governantes e foram parar na África?! Quem explica?
 
Aldrêycka Albuquerque






quarta-feira, 11 de agosto de 2010

A Misteriosa Ilha de Páscoa


Localizada nas águas perigosas sulistas do oceano Pacífico, com apenas 18 km² de terras áridas, originárias das erupções de quatro vulcões, hoje inativos, a ilha de Páscoa é considerada a porção de terra habitada mais isolada do restante da humanidade, em todo o Planeta. Qualquer terra mais próxima, está a uma distância de 3000 a 3200km, por isso seus habitantes chamam-na de Te pito o te henúa "umbigo do mundo". Este pequeno pedaço de terra da Oceania (entre o Chile e a Polinésia) foi descoberto por acaso pelo almirante holandês Jacob Roggeven, justamente num domingo de Páscoa de 1772, por isso o nome. Mas atualmente, é designada pelos nativos por Rapa-Nui “ilha grande” ou até por Mata ki te rangi "olhos fixados no céu". Mas qual seria o motivo de chamar uma ilha misteriosa de “olhos fixados no céu”? Talvez será essa a explicação? Bem, você vai entender estes questionamentos assim que souber um pouco sobre os mistérios que circundam a Ilha de Páscoa.


Ainda é incerta a data de ocupação de Rapa-Nui (forma como os nativos preferem chamar a ilha), estima-se que esta data está entre 600 a 900 anos DEPOIS de Cristo, esta data mostra que foram uma civilização bem recente, em comparação com as outras que vimos até agora. E ainda acredita-se que os primeiros habitantes de Páscoa foram polinésios vindos da Ásia em vez da América, como se supunha. ~Talvez estes ainda não sejam dados muito confiáveis, uma vez que a linguagem desse povo, o Rongorongo, ainda é um mistério não desvendado para a civilização moderna. Uns dizem que o motivo é que eles não tinham um sistema de escrita aprimorado, porém uma tentativa de escrita proveniente da influência espanhola pós colonização. Talvez seja esta apenas uma desculpa para explicar o motivo de todo o nosso conhecimento e tecnologia não serem capazes de entender uma escrita “tão arcaia” de um povo que viveu naquele lugar há tanto tempo. Como é que conseguimos decifrar os escritos sumérios, o povo mais antigo que se tem registro da humanidade, mas não conseguimos ler os escritos da Ilha de Páscoa, civilização tão mais recente? Eis o primeiro mistério.




O principal símbolo da ilha e provavelmente seu maior mistério, são os Moais, esculturas gigantescas com formas humanas esculpidas em pedras vulcânicas espalhadas por toda a ilha. Centenas de “homens gigantescos” espalhados pela pequena superfície da ilha, sempre no rosto com a mesma expressão e parecem vigiar os horizontes com olhar distante e sereno. Colossais, imponentes, insondáveis e pesando até 400 toneladas. Quase todas estas estátuas foram esculpidas na cratera do vulcão Rano Raraku por volta de 1300 d.C. pelos nativos, e são mais de mil estátuas de várias formas e tamanhos, as mais antigas estima-se que sejam do século 8 e são as menores, cerca de 5 metros; já as mais novas, datam do século 13 e algumas ainda estão presas as grandes pedras onde eram esculpidas, estas chegam a 21 metros e tem suas faces mais definidas. Quase todas essas estátuas estão de costas para o mar, olhando para o interior da ilha, os nativos dizem que é uma forma de proteção para Rapa-Nui. Segundo eles cada tribo possuía seus Moais e acreditavam que de seus olhos eram emanadas “energias” para seu povo. Isso pode explicar o porque de muitos moais estarem caídos com os rostos para o chão - durante séculos de guerras entre as tribos locais, eram derrubados os Moais para que estes parassem de “emitir força” para seus respectivos povos. Por volta do século 15, não se sabe o por que, o culto aos Moais foi deixado de lado e a ilha passou a se interessar pelo Tangata Manu, ou Homem Pássaro. De qualquer maneira, as estátuas da Ilha de Páscoa contêm em si uma pergunta imediata: como um lugar tão pequeno e isolado poderia originar uma cultura capaz de obras tão espetaculares? Há inúmeras décadas pesquisadores e arqueólogos têm se dedicado às questões que Páscoa suscita: quem de fato construiu os moais? Como eles eram transportados? O intuito da construção destes Moais era realmente para proteção da ilha? Então porque hoje o culto a eles foi deixado de lado? Mais mistérios creditados na conta da Ilha de Páscoa… 

A adoração ao “Homem Pássaro” rendeu a ilha diversas outras estátuas também esculpidas em pedra, diferentes dos outros Moais. Estes tinham cabeça de aves e corpo de homem. Alguns até se arriscam a dizer que aquela cabeça talvez seja uma alusão aqueles capacetes respiradouros dos astronautas. Tanto é que a lenda diz que homens vieram do céu e visitaram a ilha. Por isso os nativos os chamavam de “homens pássaros”, talvez seja por esse motivo que a ilha também é conhecida como Mata ki te rangi "olhos fixados no céu". Outro grande mistério é que nunca houve mais que 4000 habitantes na ilha de Páscoa, e se 70% destes eram mulheres, crianças e velhos, e parte da população de homens trabalhavam exclusivamente na agricultura, pouco menos dos 600 homens restantes não poderiam jamais terem sido os responsáveis pela construção de todos os Moais lá existentes. Teriam eles recebido alguma ajudinha de alguém de fora? E qual seria o motivo de existirem tantas estátuas idênticas (longilíneas, em pé, de cabeça quadrada e rosto cerrado) e apenas um Moai encontrado lá foge a regra, estando em posição diferente (abaixado) e de cabeça redonda? Quem consegue explicar? Como entender como aquele povo de pequeno número, sem ajuda de escravos e sem nenhum indício de qualquer tipo de meio de transporte, conseguia mover Moais de até 400 toneladas por até 20 km? Alguns nativos acreditam que as estátuas de pedras andavam sozinhas até os extremos da ilha, fruto da energia que algumas pessoas tinham. Será? Quem sabe eram visitantes que tinham o poder de interferir na gravidade, e quando foram embora, os nativos pararam de construir os Moais – tanto é, que hoje em dia encontrarmos na ilha tantas estátuas inacabadas. É fato que o lado esotérico é bastante forte na Ilha de Páscoa, a começar por seu formato triangular, que é um importante símbolo místico, além de que a ilha tem exatos 22 por 11 quilômetros, o que deixa intrigado os numerólogos. Rapa-Nui tem vários pontos usados para meditação, sobre uma de suas montanhas, por exemplo, pode-se ver o sol se nascendo e a lua se pondo na mesma linha; também possui três grandes crateras vulcânicas, localizadas curiosamente, uma em cada um dos três vértices da ilha. Os antigos polinésios sentiam que a ilha era um dos chacras do planeta, ou seja, um dos sete pontos de grande concentração de energia. Misteriosamente hoje, a Ilha de Páscoa é comprovadamente detentora de um grande campo magnético. Seria coincidência? Alguns chegam a dizer que o campo magnético é apenas um indício da presença extraterrestre neste lugar, e os Moais é que são a grande prova de que seres de outros planetas ou dimensões visitaram e interferiram na vida desta misteriosa ilha. E você? No que acredita?



Aldrêycka Albuquerque


FONTES:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ilha_de_P%C3%A1scoa
http://www.caminhosdeluz.org/A-148.htm
http://ciencias.biz/ATR/ilha_da_pascoa.htm
http://pt.wikipedia.org/wiki/Moai
 
 
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VEJA TAMBÉM:  O Misterioso Transporte dos Moais da Ilha de Páscoa - Um vídeo incrível de uma série de reportagens da History Channel.

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

O Astronauta de Palenque, um legado Maia

AINDA SOBRE OS MAIAS NESTE BLOG: O Estranho e Curioso Calendário Maia; Os Maias.



Localizado na entrada da península de Yucatán, perto da fronteira com a Nicarágua Guatemala, no estado mexicano de Chiapas, encontra-se o sítio arqueológico de Palenque, um dos grandes legados da civilização Maia. As ruínas deste sítio ocupam uma extensão de mais de 15 km e foram descobertas em 1773 por capitães espanhóis que vinham em busca de madeiras finas. Ao começarem a explorar a região notaram que as madeiras estavam em cima de edificações antigas e assim, aos poucos, foram descobrindo toda a preciosidade que estava logo abaixo dali, o Sítio Arqueológico de Palenque. Porém, só em 1950 o arqueólogo Alberto Ruz (do Instituto Nacional de Antropologia e de História do México) encontrou neste local algumas escadarias e túneis secretos que levaram-no a descobrir além de muitos artefatos, uma esquife dentro de uma pirâmide-túmulo decorada por uma figura no mínimo curiosa: Um astronauta.

Apesar deste povo ter erguido pirâmides, levantado fantásticas cidades em pedra e construído uma cultura inigualável na América daquele período, o que realmente nos intriga é o motivo que provavelmente entre os anos 750 e 900 d.C. a civilização maia simplesmente desapareceu. Alguns falam de uma violenta e prolongada seca que forçou este povo a abandonar suas cidades de pedra em busca de esperança em outras paragens. Porém a civilização moderna, desde 1996 tenta entender que espécie de crise interna poderia ter sido tão forte a ponto de mudanças climáticas repentinas provocarem o colapso total de uma civilização tão bem estruturada. A realidade é que não se sabe como, mas a civilização Maia simplesmente desapareceu.
 
 
As pirâmides Maias só representam templos ou observatórios astronômicos, mas a encontrada em Palenque foi a primeira pirâmide-túmulo descoberta. A pedra que cobre este sarcófago (do Rei Paccal) tem um comprimento de 3,5m por 2,2m de largura, pesa aproximadamente 5 toneladas, e o esqueleto encontrado nesta cripta foi denominado o “Homem da máscara de jade”. Este esqueleto trazia uma morfologia bastante diferente do povo Maia - era muito mais alto, por isso inicialmente pensou-se que estes eram os restos mortais do deus branco Kukulkan, descrito pela civilização maia como um homem totalmente diferente deles e que veio dos mares. Segundo os Maias ele era um homem alto, branco, de longos cabelos, barba branca, olhos azuis e crânio alongado. E este “homem” foi quem ensinou a este povo sobre tempo e espaço, além da arte de construir pirâmides. Tanto é que eles construíram para ele (em homenagem ou adoração) a “Pirâmide de Kukulkan”, um zigurate de pedra de quatro lados que na verdade é um calendário, que somando-se os 91 degraus de cada lado mais a sua plataforma, o total é 365, como os dias do ano. O incrível é que os Maias ergueram a pirâmide de modo que no equinócio, o sol atinja a face norte criando a sombra de um serpente gigante. Curioso, não? 

O Astronauta de Palenque ficou muito famoso após o escritor suiço Erick Von Däniken, autor do best-seller “Eram os deuses astronautas?" (1966), visitar o local da tumba, fotografar e mostrar ao público sua descoberta: um astronauta pilotando sua nave, estampando o sarcófago do Rei Paccal. Após a visão futurista de Däniken para esta gravura, foram-se expandindo as interpretações para ela.

O motivo central dessa tampa é um Maia vestido à moda de seu tempo, porém ele se encontra encerrado e assentado no que poderíamos chamar atualmente de uma cápsula espacial de propulsão a reação, sendo que suas mãos estão no comando, sua cabeça trazia capacete, tendo ela ligada a um suporte, seu nariz ligado a um tipo de inalador; na parte dianteira são visto três receptores de energia, com bobinas perfeitamente reproduzidas; a do nariz toca um papagaio (entre os maias esse pássaro simboliza o sol); outros captadores de energia podem ser vistos na parte dianteira, por três séries de três, e formados em tubos; na parte posterior, o motor se divide em quatro partes; é seguido por um grupo de torneiras prolongadas por chamas de escapamento encurvadas em volutas; sobre os lados, tomadas de ar; uma penagem posterior extremamente bem perfilada. Parece que os meios de propulsão eram de duas naturezas diferentes: uma de origem solar (simbolizada pelo papagaio (sol) tocando a antena receptora dianteira), e a outra de origem talvez terrestre (simbolizada pelos dois sinais "motores" situados às costas do piloto). FONTE: Burn - Michelle P. Castro
  

Esse conhecimento Maia extremamente avançado creditado ao deus Kukulkan, um ser totalmente diferente deste povo, nos deixa no mínimo curiosos a respeito da origem desse ser, não é mesmo? Na verdade chegamos a nos questionar se este povo teria realmente feito uma emigração em massa ou eles teriam sido seqüestrados por extraterrestres e levados para outro planeta. Quem sabe o tal deus branco Kukulkan no final das contas voltou como prometeu que faria e levou com ele toda a civilização Maia? Existem até aqueles que acreditam que esta gravura seja de um ser humano “do futuro” que tenha voltado no tempo e interferido na história. Quem vai saber ao certo? Talvez mais uma vez os Anunnakis fizeram contato e interferiram novamente na história da humanidade, não só com os Sumérios, mas também com os Maias. Talvez no futuro tenhamos tecnologia para trafegar entre tempo e espaço e por algum motivo vamos interferir na vida destes povos e depois sumir com eles? Isso ainda não sabemos, talvez nunca saberemos, mas a evidência de desenhos e esculturas de astronautas não só é uma constante na cultura Suméria, como também nos grandes arquitetos Maias. E falando em arquitetura, vocês já compararam o estilo de arquitetura destes dois povos? Qualquer semelhança talvez NÃO SEJA mera coincidência.


 
Aldrêycka Albuquerque



FONTES:
http://www.projetosonda.com.br/ufos_hist/maias/maias.htm

http://umbilicum.blogspot.com/2009_06_01_archive.html

http://pt.wikipedia.org/wiki/Palenque

http://www.burn.org.br/modules.php?file=article&mode=thread&name=News&order=0&sid=221&thold=0

http://pt.wikipedia.org/wiki/Erich_von_D%C3%A4niken

http://www.cubbrasil.net/index.php?option=com_content&task=view&id=2138&Itemid=88



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sábado, 7 de agosto de 2010

O Estranho e Curioso Calendário Maia


AINDA SOBRE OS MAIAS NESTE BLOG: O Astronauta de Palenque, um legado Maia; Os Maias.

maiascalendario 

Antes de ler sobre o calendário Maia você deverá saber um pouco mais sobre este povo e sua cultura no post anterior (Os Maias - O Estranho Curioso). Agora que você já sabe um pouco mais sobre essa curiosa civilização antiga, está preparado para ler um pouco sobre o polêmico calendário apocalíptico que eles criaram. Na verdade eles criaram não um, mas um conjunto de calendários que se complementavam e criavam vários círculos menores e um círculo maior de 52 anos solares. Esses círculos podem ser comparados aos nossos dias, que agrupados viram semanas, que agrupadas virão meses, que agrupados virão anos. Comparando-se ao conjunto de círculos maias, os dias seriam os círculos menores e os anos os círculos maiores. Porém a contagem de tempo era feito de forma diferente. Acompanhem o raciocínio Maia da época.


espiral A grande importância dada por este povo à medição do tempo decorre da concepção que tinham de que tempo e espaço, na verdade, tratam-se de uma coisa só e que fluem não linearmente (como na concepção européia ocidental), mas circularmente, isto é, em ciclos repetitivos. O conceito chama-se Najt e é representado graficamente por uma espiral. Os maias acreditavam que, conhecendo o passado e transportando as ocorrências para idêntico dia do ciclo futuro, os acontecimentos basicamente se repetiriam, podendo-se assim, prever o futuro e exercer poder sobre ele. Por esta razão, a adivinhação era a mais importante função da religião dos Maias. Tanto é, que a palavra maia usada para designar seus sacerdotes, tem origem na expressão guardião dos dias.

O calendário maia é um sistema de calendários e almanaques distintos, usados pela civilização Maia e por algumas comunidades maias modernas dos planaltos da Guatemala. Estes calendários podem ser sincronizados e interligados e suas combinações darão origem a ciclos adicionais mais extensos. Eram dois os calendários primordiais usados pelos Maias: O Haab, o calendário das coisas e das plantas; e o Tzolk’in, o calendário das pessoas e cerimônias.

calendario-maia-01Haab: Era o que possuía o ciclo equivalente a um ano solar e tinha ordinariamente 18 meses de 20 dias (mais cinco dias sem nome), seu uso era mais ligado às atividades agrícolas, como na prescrição das datas de plantio, colheita, tratos culturais e previsão dos fenômenos meteorológicos.
Tzolk’in: Possuía treze meses de vinte dias, com ciclo completo de 260 dias, era usado para as funções religiosas. Através dele se marcavam as cerimônias religiosas, se fazia a adivinhação das pessoas e se encontravam as datas propícias para seus atos civis. Assim que nascia uma criança, os maias as apresentavam aos sacerdotes que, em função do dia do nascimento, adivinhavam a futura personalidade da criança, seus traços marcantes, suas propensões, habilidades e dificuldades, analogamente ao horóscopo mesopotâmico.

Os mais também utilizavam a combinação deste dois calendários, chamado de Calendário Redondo. Isto porque nem o Tzolk'in, nem o Haab mediam os anos. O ciclo inteiro do calendário redondo (quando os dois calendários se completavam) era fechado a cada 18.980 dias ou 52 anos aproximadamente, acima da esperança de vida média da época. Quando ocorriam estas datas formavam-se grandes agitações entre os habitantes. Como o Calendário Redondo media apenas 52 anos foi necessário criar um outro calendário de maior duração, foi criado então o Calendário de Longa Contagem. Os dias maias se chamam k'in e o agrupamento destes levam outra nomenclatura como descrito na tabela abaixo.
Calendario - Maia - LC


O Calendário de Longa Contagem identifica uma data contando o número de dias da data de criação maia (4 Ahaw, 8 Kumk'u ou 11 de agosto de 3.114 a.C. do calendário gregoriano). O calendário maia não utiliza o sistema decimal, mas basea-se na contagem vigesimal  (de 20 em 20), exceto para os winals que são 18. Estudiosos defendem que a observação da repetição cíclica das estações do ano e seus eventos climáticos; dos ciclos vegetativos e reprodutivos das plantas e dos animais; e da repetição do curso dos astros na abóbada celeste, é que acabou inspirando os Maias à criação não linear de seus calendários.
Tabela CL 
A partir dessa contagem, pode-se perceber que o Calendário de Contagem Longa é um grande ciclo de 13 baktuns (aproximadamente 5.126 anos), que segundo alguns estudiosos termina em 21 de dezembro de 2012. Eis a polêmica. Isto porque o Popol Vuh, um dos poucos livros que restaram da civilização maia, afirma que estamos vivendo atualmente no quarto estágio da criação. Ainda segundo este livro, nas primeiras três criações os deuses falharam, mas a quarta tentativa foi bem sucedida, mas esta fase terminará no começo do 13º b'ak'tun. A criação anterior (a terceira) terminou em uma contagem longa de 12.19.19.17.19. Com a premissa cíclica maia, um outro 12.19.19.17.19 ocorrerá em 20 de dezembro de 2012, seguido pelo começo do décimo quarto b'ak'tun, 13.0.0.0 .0, que será em 21 de dezembro de 2012.

Maias - HISTORIA DO MUNDO Entretanto muita gente acha que essa interpretação apocalíptica do Calendário Maia é errônea e este evento trata-se apenas do complemento de um ciclo e início de mais um. Dessa forma, o dia 21 de dezembro de 2012 é apenas o último dia do 13º b'a'ktun, não é o final da contagem longa, pois ainda se seguirão os b'a'ktuns 14º a 20º. Independentemente da polêmica entre o fim de um ciclo e o fim da quarta criação (nós), o que é certo é que não se pode duvidar da capacidade astronômica deste povo que sem os instrumentos do século XVI da Europa conseguiram calcular um ano solar de 365,2420 dias (mais exatos e pioneiros que os europeus).

Analisando por uma outra ótica, as profecias dos maias podem ser interpretadas como uma nova era para a humanidade e não o seu extermínio, já que existem inscrições de previsões até para o ano de 4.772, por exemplo. Dessa forma, estariam os maias na verdade prevendo um alinhamento galáctico que se ocorre a cada 26 mil anos no qual o sol se alinha com o centro da via láctea? Ou estariam prevendo a mudança do eixo da terra em relação à esfera celeste em 21 de dezembro de 2012? Fica a dúvida.

Aldrêycka Albuquerque

Quer se aprofundar no assunto? Visite os links abaixo que foram as fontes de pesquisa para este texto e não deixem de visitar o Escriba Cafe para escutar um excelente PodCast sobre o assunto. AQUI você escuta o PodCast em questão, mas AQUI você visita a página para procurar Podcasts sobre outros assuntos do seu interesse.
   

FONTES:
http://www.doismiledoze.com/maias-o-calendario/
http://www.fimdomundo2012.com/profecias-2012/calendario-maia-2012.htm/
http://pt.wikipedia.org/wiki/Calend%C3%A1rio_maia/





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quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Os Maias

AINDA SOBRE OS MAIAS NESTE BLOG: O Estranho e Curioso Calendário Maia; O Astronauta de Palenque, um legado Maia.


Após uma série de matérias sobre os curiosos Sumérios, vi a necessidade de falarmos sobre a civilização Maia, tão interessante, dona de um calendário apocalíptico tão polêmico nos dias atuais.
  maias
Os indícios da origem da civilização Maia remontam de 700 a 500 anos antes de Cristo, contudo pesquisas recentes já acreditam que ela seja ainda mais antiga, estabelecida há cerca de 1500 a.C. onde hoje fica a região entre a Guatemala, o ocidente de Honduras, Belice, e os atuais estados de Yucatán, Quintana Roo, Campeche, parte de Chiapas e Tabasco, no México. Estipula-se que no auge dessa civilização, no século VIII, sua população pode ter chegado a marca de 13 milhões de habitantes. Um povo extremamente espiritualista, filosófico, que comumente praticava sacrifício humano como forma de abastecer a energia dos deuses, donos de uma escrita extremamente complicada e de um calendário cíclico deveras interessante.

Sociedade e Cultura
maias2A sociedade Maia era organizada em clãs familiares fechados. Cada clã era integrado por linhagens de hierarquia distinta, de acordo com a distância que os separava de seu antecessor fundador, muitas vezes imposto através da violência de certos grupos sobre outros. O sistema hierárquico Maia era rigidamente estabelecido, e se orientava pela presença de três classes sociais: no topo ficavam os governantes, os funcionários de alto escalão e os comerciantes; no meio os funcionários públicos e os trabalhadores especializados; e na base da pirâmide ficavam os camponeses e trabalhadores braçais. Apesar de não serem escravos, os camponeses eram considerados “gente inferior” e se rendiam aos senhores da nobreza. Assim como toda casta, eles contavam com suas próprias entidades familiares, relacionadas com a atividade que desenvolviam.
A vida dos Maias foi de base urbana, mas com um meio campestre e agrícola. Entre os edifícios políticos monumentais e cerimoniais os palácios e templos, localizavam-se os bairros dos artesãos, os comerciantes, os agricultores e as terras lavradas. Na verdade, o esplendor da sociedade maia é fundamentalmente explicado pelo controle e as disciplinas empregadas no desenvolvimento da agricultura. Entre os vários alimentos que integravam a dieta alimentar dos maias, podemos destacar o milho (de grande consumo), o cacau, o algodão e o agave. Para ampliar a vida útil de seus terrenos, os maias costumavam organizar um sistema de rotação de culturas – bastante inteligentes, não? Obrigados a enfrentar um meio hostil, e a grande variação climática da região, que causava as secas freqüentes, os Maias desenvolveram outras estratégias bastante sofisticadas e grandes obras de engenharia para acumular água.
 
Espiritualidade
maiareligiaoOs maias acreditavam que uma energia biocósmica atravessava as pessoas, os animais, as plantas e os seres inanimados, imprimindo neles a sua razão de ser. Quanto maior fosse a carga de energia, maior era a categoria e a importância de cada ser vivo, coisa, ou entidade. Eles acreditavam que o desgaste descomunal dos deuses era compensado com o sangue humano dos sacrifícios, esta crença no poder “de combustível” do sangue humano mostra deuses vulneráveis. E o interessante é que o papel do homem se destacava como primordial para manter o Universo – os sacrifícios humanos eram necessários para assegurar a existência dos deuses, repondo seu consumo periódico de bioenergia. Já a noção Maia do “Outro Mundo” era centralizada no subsolo, e abraçava uma dimensão mais complexa, um universo paralelo ao dos seres vivos, que incluía o céu, a superfície terrestre, a profundidade do oceano e a espessura da floresta. O Outro Mundo, segundo acreditavam, resguardava os segredos do cosmos e do transcurso do tempo, os mistérios da vida e o destino dos seres humanos. Definitivamente era um povo extremamente filosófico e espiritualista.
 
Jogo de Bola
MaiasbolaOs primeiros craques da bola possivelmente foram os Maias. Eles se dispunham em um campo em formato de H, cujas dimensões não eram as mesmas em todas as cidades (a maior era de Chichén Itzá, que media 140x35 metros), os times costumavam integrar sete jogadores cada um e os jogadores podiam desafiar os deuses das trevas, enfrentá-los e vencer a morte. Dois muros inclinados de cada lado do campo fazem o limite. Os jogadores deviam acertar a bola em algum dos três discos de pedra distribuídos no campo, ou nos aros do mesmo material suspensos nas paredes, em forma perpendicular a um aro atual de basquete. Curiosamente, a bola era de borracha, extremamente pesada e dura. Media aproximadamente 20 cm de diâmetro. A análise da múmia de um príncipe Maia permitiu saber que ele havia morrido por causa de uma ruptura do esterno, fruto de um golpe brutal com a bola. Esta podia ser golpeada com os cotovelos, a cadeira e os joelhos. Geralmente, a partida terminava quando alguma das equipes marcava o primeiro gol. O capitão do time vitorioso alcançava a honra e a glória, e podia ser oferecido aos deuses (em sacrifício!).
 
Escrita
maiasescritaDas três grandes civilizações ameríndias, os Maias foram os que desenvolveram o sistema de comunicação por sinais mais sofisticado. Os Incas não tinham a escrita, praticando um sistema contável e de memorização denominados por nós de quipo. Os astecas desenhavam pictogramas menos abstratos. Por outro lado, os Maias aplicavam o princípio de uma escrita fonética, o que se tornou um dos grandes desafios para os pesquisadores desta civilização. A decifração do seu complexo sistema de escrita é um dos maiores empecilhos, uma vez que os signos empregados podem representar sons, idéias ou as duas coisas ao mesmo tempo. Além disso, indícios atestam que eles utilizavam diferentes formas de escrita para um único conceito. Os hieróglifos formavam um sistema complexo de escrita e linguagem gráfica integrado por mais de setecentos signos, especiais para representar qualquer classe de pensamento. Eles seguiam um desenho altamente elaborado, e deviam ser feitos com exatidão, a partir do desenho de um quadrado com as bordas arredondadas, com elementos cravados no interior, acompanhados por uma série de signos localizados no exterior. Eles atribuíam poderes mágicos aos seus desenhos e pictografias. A sua execução era um modo de compreender o cosmos e a essência dos seres vivos, inanimados e imaginários. Eles escreviam em diferentes materiais: em pedra para os relatos dinásticos; em papel para as profecias, astronomia e calendário; além de materiais como conchas marinhas, cerâmica, jade, madeira, metal e osso. Ao contrário de outras civilizações, não foram encontradas entre os maias escritas estritamente administrativas, nem registros contáveis. Os escrivãos tampouco se dedicaram a questões materiais, todas as frases que foram traduzidas se referem a assuntos dinásticos e sagrados.
 
O Calendário
maiascalendarioOs Maias tiveram uma ampla gama de conhecimentos desenvolvidos no interior de sua cultura. De acordo com algumas pesquisas, eles utilizavam um sistema de contagem numérica baseada em unidades vigesimais (de 20 em 20), e assim como os olmecas, utilizavam o número “zero” na execução de operações matemáticas. O calendário Maia é bastante próximo ao sistema anual empregado pelos calendários modernos, eles tinham tamanha exatidão (o mais perfeito entre os povos mesoamericanos) que eles eram capazes de organizar suas atividades cotidianas e registrar simultaneamente a passagem do tempo, historiando os acontecimentos políticos e religiosos que consideravam cruciais. Para eles, um dia qualquer pertence a uma quantidade maior de ciclos do que no calendário ocidental.

O ano astronômico de 365 dias, denominado Haab, era acrescentado ao ano sagrado de 260 dias chamado Tzolkin. Este último regia a vida da “gente inferior”, as cerimônias religiosas e a organização das tarefas agrícolas. O ano Haab, e o ano Tzolkin formavam ciclos, ao estilo de nossas décadas ou séculos, mas contados de vinte em vinte, ou integrados por cinqüenta e dois anos. Eles estabeleceram um “dia zero”, que segundo os cientistas corresponde a 12 de agosto de 3113 a.C. Não se sabe o que aconteceu, mas provavelmente esta se trata de uma data mítica. A partir deste dia os ciclos se repetiam. Entretanto, a repetição dominava a linearidade. Podiam acontecer coisas diferentes nas datas anteriores de cada período de vinte ou cinqüenta e dois anos, mas cada seqüência era exatamente igual à outra, passada ou futura. Assim diz o Livro de Chilam Balam: “Treze vezes vinte anos, e depois sempre voltará a começar”.  A repetição cria problemas para traduzir as datas maias ao nosso calendário, já que fica muito difícil identificar fatos parecidos de seqüências diferentes. A invasão tolteca do século X se confunde nas crônicas maias com a invasão espanhola que ocorreu 500 anos depois. Por isso, os livros sagrados dos maias eram simultaneamente textos de história e de predição do futuro. Na perspectiva maia, passado, presente e futuro estão em uma mesma dimensão. Por outro lado, os historiadores contemporâneos recorrem às profecias maias para conhecer episódios do passado desta sociedade, com a profecia se expressando como uma forma de memória.
Porém nos dias atuais uma atmosfera apocalíptica envolve o calendário maia e suas profecias. No próximo post você saberá mais sobre este calendário, as teorias conspiratórias de 2012 e até um ótimo podcast didático sobre o assunto. Fique esperto.

Aldrêycka Albuquerque


FONTE:
http://www.historiadomundo.com.br/maia/
http://www.discoverybrasil.com/guia_maia/omaiab/index.shtml
http://pt.wikipedia.org/wiki/Calend%C3%A1rio_maia






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domingo, 28 de março de 2010

Os Sumérios

A Suméria é a civilização mais antiga que se tem registro, estima-se que eles viveram a mais de 3.500 anos antes de Cristo. Muitos chegam a estimar que eles datam muito mais de 6 mil anos. Os sumérios foram os pais da escrita, chamada escrita cuneiforme e posteriormente também foi creditado a eles os títulos de pai da astronomia. criadores da roda, das carruagens e muito mais. Muitos confundem os Sumérios e os Acádios, mas na verdade o primeiro é muito mais antigo. Só depois é que eles foram invadidos pelos semitas, se tornando acádios.

Habitavam o sul da Mesopotâmia, entre o rio Tigre e Eufrates, lugar extremamente fértil que a Bíblia referencia como Terra Prometida e Hebrom. Possivelmente o berço da humanidade e é onde se encontrou as maiores e mais antigas descobertas da humanidade. Fósseis, artes e registros escritos datados de até 13 mil anos atrás.

Os sumérios foram uma civilização a frente da época que viviam. Eles chegaram a registrar informações que nossa civilização só foi (re)descobrir na idade moderna. São maquetes de abrigos anti-aéreos, livros sobre química, estudos aprofundados sobre o universo e seus corpos celestes, e cálculos matemáticos extremamente avançados para a época. A civilização grega (duas civilizações após a Suméria) no auge do seus conhecimentos, chegavam a calcular até o número 10.000. Após isso eles consideravam como infinito. Os sumérios faziam cálculos das distâncias entre os planetas de nosso Sistema Solar, inclusive quantos planetas existem, que o Sol é uma estrela e a órbita de cada um. Na colina de Kuyundjick, antiga Nínive (terra dos sumérios), foi encontrado um cálculo, cujo resultado final, em nossa numeração, corresponde a 195.955.200.000.000. Um número de quinze casas! Os gregos, no auge do saber, não passaram do número 10.000, o resto seria o "infinito".

O curioso desse povo era a fonte de tais conhecimentos. Como uma civilização tão antiga já sabia que nossa Lua era feita de ferro? Chegavam até a chamar a Lua de “pote de ferro” - fato que só agora a NASA teve capacidade para confirmar. Como é que eles já sabiam que a Terra era redonda? Que ela não estava no centro do Universo e já sabiam da existência de Plutão (só fomos descobrir isso em 1930)? Na verdade eles afirmavam que Plutão era um satélite de Saturno que se desprendeu e tomou uma órbita própria. Mistérios que só (re)descobrimos muitos anos depois!

Alguns desses mistérios ainda nem temos tecnologia suficiente para confirmar. Um exemplo é a presença de um 10º planeta no Sistema Solar (eles contavam todos os corpos celestes, incluindo a lua e o sol, totalizando 12). Os Sumérios tinham convicção de que existe um planeta chamado Nibiru, que é dono de uma órbita totalmente diferente dos demais planetas do nosso Sistema Solar, e que faz um circuito tão grande, que dura 3.600 anos para completar a trajetória. Se eles acertaram quanto a existência desses planetas, do material que eles são feitos, da órbita de cada um, por que iriam errar quanto a existência de um planeta a mais? E se ele tem uma órbita tão grande assim, explica-se o fato de ainda não termos o encontrado.

Se você já acha isso estranho, prepare-se para o bizarro: Os sumérios não só sabiam da existência do tal planeta Nibiru, como desenhavam sua órbita, e eram categóricos ao dizer que neste planeta vivem os Anunnakis, seres altamente inteligentes e considerados deuses por este povo. Segundo eles, Nibiru “visita a Terra” a cada 3.600 anos, e quando isso acontece, ocorrem eventos cataclísmicos na Terra, e usaram como exemplo o dilúvio. Na verdade são deles o mais antigo registro do dilúvio!

“E depois veio o dilúvio e após o dilúvio a realeza tornou a descer mais uma vez do céu...” Escrito sumério cuneiforme.

É aí que eu digo que tudo se interliga. Os Maias tinham um calendário que se resumia em vários ciclos, e o seu maior era um ciclo de 3.600 anos. Os babilônios falavam de um planeta chamado de Marduck e os gnósticos acreditam num apocalipse causado por um planeta chamado Hercóbulos. Após toda essa polêmica, os cientistas tratam-no como um planeta ainda não confirmado, e o chamam de Planeta X. Este planeta receberá um post exclusivo posteriormente.

Então todo esse conhecimento avançado dos sumérios é entendido por alguns estudiosos como uma interferência extraterrestre. Pois não é concebível que uma sociedade tão antiga saiba de tanta coisa, nem que tenha feito tanta coisa. Algumas peças de arte sumérias foram encontradas espalhadas por todo o mundo. Como isso seria possível? Os sumérios faziam pequenas estátuas de possíveis astronautas, naves espaciais e foguetes. Como isso é possível?

Alguns conhecimentos sumérios que influenciaram a muitas outras civilizações posteriores:

• Técnicas de medicina, arquitetura, engenharia e hidráulica, baseados em magníficos conhecimentos em matemática, química, física e astronomia. Seus conhecimentos astronômicos eram incrivelmente avançados: seus observatórios obtinham cálculos do ciclo lunar que diferiam em apenas 0,4 segundos dos cálculos atuais.
• Desenvolveram a agricultura com técnicas de irrigação e drenagem de solo, construção de canais, diques e reservatórios;
• Sistema de leis baseados nos costumes;
• Habilidosas práticas comerciais;
• Sistema de escrita cuneiforme, assim chamado porque escreviam em plaquetas de argila com um estilete em forma de cunha;
• Sistema de unidade política das Cidades-Estados ou Estados soberanos, como Ur, Nipur e Lagash;
• Sistema de hierarquias sacerdotais para organização religiosa;
• Fundaram as primeiras bibliotecas. Na cidade de Nipur, 150 km ao sul de Bagdá, foi encontrada uma biblioteca sumeriana inteira, contendo cerca de 60.000 tabletes de barro com inscrições cuneiformes sobre a origem da humanidade.
• Criaram os fenomenais projetos arquitetônicos denominados zigurates. Verdadeiros complexos piramidais que englobavam vários módulos de edifícios, abrigando desde templos religiosos até plenários políticos, construídos ao redor de um bloco-célula central e interligados por rampas espirais desde a base até o topo. 

Alguém precisa de mais motivos para considerar os Sumérios um povo estranho e curioso?

Aldrêycka Albuquerque


Saiba Mais...

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