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domingo, 9 de maio de 2010

Web Bot Project - O CYBER-NOSTRADAMUS

E se... Sem querer, tivermos inventado um cyber-nostradamus? E se uma ferramenta ligada a internet que foi feita para prever oscilações da bolsa de valores, hoje faz previsões aterradoras: a queda das torres gêmeas, o furacão Katrina, a crise econômica mundial, a atividade vulcânica na Islândia... Tudo previsto por uma máquina. Você acredita nisso?

No post anterior, citamos uma passagem do livro O Símbolo Perdido de Dan Brown que falava de um super sistema que “varria” palavras, citações e e-mails que circulam na internet, e assim conseguia “medir o humor da nação”. Intrigada com isto fui eu pesquisar a respeito, e descobri o Web Bot Project. Uma ferramenta nada fictícia, mas extremamente futurista e estranha. Sem querer, um ferramenta até então inocente, se tornou o novo Nostradamus cibernético. Vamos aos fatos.

Redes bots são redes de computadores sob o controle de hackers. Do mesmo jeito funciona o Web Bot Project, inicialmente a idéia era criar uma ferramenta de pesquisa “web spidering” que navegasse na rede a procura de números e palavras que pudessem prever altas ou baixas do mercado de ações. Porém não foi apenas isso que este projeto conseguiu. Em Julho de 2001 o Web Bot preveu que “um fato ocorreria nos Estados Unidos, modificando os rumos da política mundial”, então no dia 11 de Setembro do mesmo ano, ocorreu o atentado terrorista às Torres Gêmeas e ao Pentágono. Posteriormente muitas outras catástrofes foram previstas por este cyber-nostradamus, foram algumas delas:

• A tragédia do ônibus espacial Columbia.
• Ataque de antraz em 2001.
• O blecaute de Nova York em 2003.
• Tsunami de 2004.
• Furacão Katrina em 2005.
• Crise financeira em 2007.
• Colapso econômico em 2008.
• Atividade vulcânica na Islândia.

Neste site você pode conferir a previsão feita pelo Web Bot na íntegra e com legenda a respeito da recente erupção do vulcão na Islândia.

O programa vasculha a internet em busca de palavras em sites com muitos textos, grupos de discussão e sites de tradução, principalmente. O programa coleta os dados de palavras-chave e similares, filtra esses dados e faz as previsões. (FIM DO MUNDO 2012)

Vale salientar que algumas previsões feitas não se realizaram, como um possível atentado ao então vice-presidente Dick Cheney, eleições antecipadas em 2008 e um grande terremoto em 2004. Será que o Web Bot, assim como o Nostradamus, também se engana? Bem, isso eu não sei, mas para completar os mistérios ligados a essa ferramenta, ela prevê algo catastrófico para a humanidade em 2012 (clichê?), mas não revela “o que” nem “como” (anham...).

Querem saber minha opinião a respeito? Pois bem. Analisando friamente os fatos, eu acredito sim, em uma ferramenta de web spidering que consegue prever o rumo de um mercado de ações, o resultado de eleições, um atentado terrorista e até de uma rebelião ou algo do tipo. Isso é aceitável pois esta ferramenta vasculha a internet a procura de palavras, intenções e conversas que poderiam sim, serem filtradas e então prever o futuro (neste sentido). Vou exemplificar.

Digamos que estamos em época de eleição. Com certeza eu e você iremos trocar e-mails, participar de chats e expor em blogs pessoais nossos candidatos preferidos e nossas intenções de votos. Agora imaginem uma ferramenta que, através da internet, consegue filtrar essas nossas conversas, nossas pesquisas sobre o assunto, nossos fóruns e etc. A minha, a sua, a vida cibernética de todo mundo que está ligado pela rede mundial de computadores seria cascavilhada de forma anônima. É bem provável que eles consigam acertar o resultado desta eleição. E com mais precisão do que essas empresas de pesquisa (Ibope, EasyMedia, etc), pois esta ferramenta vai buscar a informação direto na fonte, sem a intervenção de pesquisadores tendenciosos ou até do próprio desconforto de uma pesquisa.

Pensando dessa forma, aceito a idéia do Web Bot prever certas coisas. Mas um desastre natural?! Falando assim, só consigo imaginar um chat entre vulcões do mundo inteiro, conspiração pela internet, onde o tema do chat é “quem vai erupcionar esse ano?”. Faça-me o favor. E o Katrina? Fórum de furações? Acho difícil de acreditar nessas previsões. Mas cada um tem sua criatividade e suas próprias teorias de conspiração. Mas eu não compro essa idéia de cyber-nostradamus. Desculpem-me.


Aldrêycka Albuquerque



domingo, 2 de maio de 2010

A Ciência Noética e a força do pensamento



Começemos este post com uma charada: O que os figurões: Charles Darwin, um psicólogo americano chamado William James, os grandes pensadores e psicanalistas Freud e Jung, o gênio Albert Einstein, o cara da luz elétrica, o Thomas Edison, o filósofo Henri Bergson, o escritor irlandês James Joyce, e mais recentemente Dan Brown em seu Best Seller O Símbolo Perdido, têm em comum?
Resposta: Todos eles, cada um do seu jeito, acreditavam (acreditam) na força do pensamento.
E quando eu falo força, falo literalmente – ele tem massa. E tudo o que tem massa pode ser medido e pode interagir fisicamente com o meio que se encontra. Se a única coisa que passou pela sua cabeça agora foi o torcimento de garfos e colheres, você precisa ler esse post o mais rápido possível. O que vamos falar aqui não é charlatonismo, é algo que envolve misticismo, física, tecnologia de ponta, fundamentos religiosos, previsão do futuro e consequências no mínimo estranhas. Prepare-se para se surpreender.
Primeiro vamos a definição teória do assunto segundo o (novo) pai dos (cyber) burros, a Wikipédia.
A noética (do grego nous: mente) é uma disciplina que estuda os fenômenos subjetivos da consciência, da mente, do espírito e da vida a partir do ponto de vista da ciência. Como conceito filosófico, em linhas gerais define a dimensão espiritual do homem. Wikipédia
Em outras palavras, a Ciência Noética tenta provar cientificamente assuntos subjetivos como o pensamento, a alma, milagres e fé. Ela afirma que não existe nada de sobrenatural nos milagres feitos por santos e xamãs, essas manifestações são apenas consequência da força do pensamento. Quando um santo (lê-se qualquer um que faz "milagres") está prestes a efetuar uma cura, por exemplo, ele tem em seu cérebro substâncias químicas que formam uma espécie de substância natual que chega ser curativa. Esta substância se cria pela força do pensamento dos tais santos, monges e tal; e pela força do pensamento é que eles curam as pessoas.
Na verdade, segundo a noética, todos nós temos esse poder dentro de nós, uma vez que somos nossos próprios criadores. Daí começa toda aquela explicação de que somos deuses e que não existe um Deus criador, isso é tudo invenção nossa para lidar com nossas possíveis incapacidades. E que no final das contas somos totalmente capazes de tudo, inclusive de fazer coisas inimagináveis – milagres. Daí você pensa: "Ué, mas como que eu não consigo fazer essas coisas também? Por que eu nunca transformei água em vinho?" A resposta dos noéticos é até bem bonita: "Se dermos um violino a um leigo, é bem provável que ele não consiga tocar uma nota sequer. Bem diferente do que um violonista profissional é capaz de fazer". Em outras palavras, tudo o que separa você do Buda é a prática. Acredite quem quiser.
A ciência noética não deve ser confundida com misticismo. O misticismo procura se conectar com o sobrenatural através da filosofia, fé e experiência religiosa. Já a noética pretende ser uma ciência, isto é, utiliza o método científico para testar suas teorias. Também difere da ciência materialista por descartar visões reducionistas da realidade, por concentrar-se no estudo da subjetividade e por levar em consideração elementos valorativos e teleológicos, e não apenas quantitativos e autolimitantes. Wikipédia
É a ciência noética que fundamenta a possibilidade de se pesar a alma humana, como já falado no post anterior (O PESO DA ALMA) também explica alguns assuntos curiosos, como a previsão do futuro através da medição do pensamento das pessoas. Em poucas palavras, significa que qualquer um consegue definir o que vai acontecer em um futuro próximo, se souber o que a maioria das pessoas está pensando, uma vez que esse pensamento tem massa (e poder), fica fácil entender o que pode vir a acontecer. É sob essa perspectiva que o livro do Dan Brown, O Símbolo Perdido traz em sua trama um dispositivo tecnológico que pela internet consegue medir "o estado emocional de uma nação" ou "o humor de um país" e assim "construir um barômetro da consciência cósmica". Com uma medição dessa, fica fácil se prever um atentado terrorista, por exemplo. Mas se você pensa que esse dispositivo é pura ficção, não perca o próximo post sobre um superdispositivo (REAL) norte americano chamado Webbot.
Os pressupostos essenciais da noética são os conceitos, encontrados em várias tradições filosóficas e religiosas, de que o homem é o criador de sua própria vida, que a consciência impregna toda a realidade, que o homem tem outros meios de contactar a realidade além de seus cinco sentidos tradicionais. Wikipédia
Se você achou a ciência noética interessante, mas ainda muito longe da nossa realidade, é porque ainda não entendeu a dimensão dessa nova "corrente filosófica" (se algum "noético" ler esse meu texto, vai querer me matar ao ler que eu chamei uma CIÊNCIA de corrente filosófica, mas é só para que nós leigos entendamos mais fácil). Essa ciência tenta explicar absolutamente tudo ao nosso redor. Ela quer de fato nos convencer que temos um potencial enorme dentro de nós, e que temos que voltar a nós mesmos, nos conhecendo melhor, para que possamos evoluir e então chegar a este nível de sermos "deuses".
Falando nisso me faz lembrar do filme AVATAR. Seres que tinham uma ligação (literal) entre eles mesmos e a natureza, e apenas conservando e melhorando essa ligação é que eles conseguem se comunicar por telepatia, conseguem interagir com as plantas e animais e até fazer curas quando estão em grupo. Se isto não é noética explícita? Só não vê quem não quer. Pois no final das contas, quem precisa de Deus nessa "nova era"?
"(...) Até mesmo o Instituto de Ciências Noéticas da Califórnia descrevia a disciplina em uma linguagem misteriosa e difícil de entender, definindo-a como o estudo do 'acesso direto e imediato por parte da humanidade ao conhecimento além daquele disponível aos nossos sentidos normais e ao poder da razão'. (...) A palavra noético (...) vinha do grego antigo – nous – que podia ser traduzido aproximadamente como 'conhecimento interno' ou 'consciência intuitiva'." O SÍMBOLO PERDIDO – DAN BROWN.
Apesar de todo o novo livro do Dan Brown estar fundamentado nesses conceitos da nova era e principalmente embasado na Ciência Noética, não me choca nem um pouco que mais um livro dele tenha teor polêmico. Mas o que vemos nos filmes, no teatro e na internet TAMBÉM são esses conceitos camuflados, ou até explícitos como em Avatar. E para quem ainda não está convencido da veracidade do assunto, pesquise a respeito do assunto no IONS (Institute Of Noetic Science) ou no site brasileiro WHH -Willis Harman House. Aprofundem o estudo sobre o assunto e criem sua opinião a respeito dessa ciência revolucionária e que está na moda. E vai que se empolga, cai de cabeça no assunto e vira o novo Super-Buda?! = )

Vale frisar que este texto é apenas para efeitos de curiosidade e que de nada tem haver com minhas concepções pessoais.
Aldrêycka Albuquerque

sábado, 1 de maio de 2010

O Peso da Alma



“De fato a máquina se parecia um pouco com as incubadoras para bebês prematuros dos hospitais, mas tinha o tamanho de um adulto – era uma cápsula de plástico transparente comprida e hermeticamente fechada, parecendo algum tipo de compartimento futurista para dormir. Estava montada em cima de um grande aparelho eletrônico [uma microbalança de alta precisão]. (...) – Se eu puser uma pessoa dentro desta cápsula e fechar a tampa, o indivíduo estará em um sistema totalmente isolado. Nada entra nem sai. Nenhum gás, líquido ou partícula de poeira. Nada pode escapar: nem as expirações da pessoa, nem o suor por evaporação, nem fluidos corporais, nada. (...) – Hum, é claro que uma pessoa morreria aí dentro bem depressa. (...) – Em uns seis minutos, dependendo do ritmo respiratório. (...) ...havia um homem muito velho usando uma máscara de oxigênio lá dentro. (...) O enfermeiro então afastou o respirador artificial e os outros equipamentos, deixando o velho dentro da cápsula (...) de repente, como se houvesse escolhido o momento por conta própria, ele deu seu último suspiro. Tudo parou. Era o fim. (...) Foi então que aconteceu. (...) Segundos depois da morte do homem, os números da balança diminuíram de repente. Ele se tornara mais leve imediatamente após a morte. A diferença era minúscula, porém mensurável... e aquilo tinha implicações assombrosas.(...) – Katherine, acho que você acabou de pesar a alma humana.” O SÍMBOLO PERDIDO – Dan Brown.

Todos devem ter tomado conhecimento do novo livro do Dan Brown, “O Símbolo Perdido”. Mas antes que você feche seu navegador pensando que esse é mais um texto crítico a respeito deste Best-Seller, fiquem tranquilos, só iremos citá-lo. Pois foi após ler esse livro que me chamou atenção a tal “Ciência Noética” e o “Peso da Alma”. E como eu sei que a maioria das ficções dos livros do Dan Brown tem um pano de fundo realístico, fui eu atrás do assunto. E fiquei bem curiosa, espero que vocês também.


“(...) Katherine teve uma idéia estranha. Peter havia mencionado o Livro de Gênesis e sua descrição da alma como Neshemah (um sopro de vida), uma espécie de “inteligência” espiritual separada do corpo. Ocorreu-lhe que a palavra “inteligência” sugeria a presença do “pensamento”. A ciência noética propõe que os pensamentos têm massa, portanto, era lógico que a alma humana também poderia ter. Será possível pesar a alma humana?” O SÍMBOLO PERDIDO – Dan Brown.


Alguns chamam de “Alma”, os mais céticos preferem chamar de “Mente”, mas todos comungam o fato de existir algo eterno e intangível dentro desse nosso corpo material, que animal nenhum tem igual. Mesmo assim, muita gente ficou surpresa com uma reportagem de capa do jornal norte-americano The New York Times que dizia que alguém tinha comprovado a existência da Alma pesando-a. Já parou pra pensar quantas gramas sua alma pesa? Mas antes de mais nada, para que não haja dúvidas do que realmente se foi pesado, vamos consultar um dicionário.


“Alma é um termo que deriva do latim anǐma, este refere-se ao princípio que dá movimento ao que é vivo, o que é animado ou o que faz mover. Religiosamente é definida como um ser independente da matéria e que sobrevive à morte do corpo, que se julga continuar viva (...).” WIKIPÉDIA


É sob essa concepção religiosa de que a alma continua viva mesmo depois da morte do corpo, que o cientista Duncan MacDougall em 1907 deu início a uma série de experiências no mínimo estranhas. Pesou seis pessoas que estavam em estado terminal, antes, durante e após a morte. Ele constatou que no processo de morte o corpo ia perdendo peso lentamente até que ao entrar em óbito, a super-balança em que a pessoa estava deitada indicava uma significante perda de peso. MacDougall fez as mesmas experiências com quinze cachorros e o ponteiro da balança nem saiu do lugar.

“Para provar a sua hipótese, equipou seis leitos com balanças de boa precisão e ocupou-os com pacientes que estavam à beira da morte. Seguiu-se um período de observação, durante o qual o doutor esperou pela morte de seus pacientes. Cuidadoso, certificou-se de que a perda de peso medida já antes da morte era devida aos fluidos eliminados pelos pacientes pelo suor ou urina; após a sua evaporação, as balanças acusavam uma pequena perda de peso.” JORNAL DA CIÊNCIA


Das seis pessoas em fase terminal que o doutor fez a experiência, cada uma delas resultou em um peso de alma diferente. Algumas delas ele não conseguiu fazer a experiência de forma efetiva, pois a “cobaia humana” morria antes mesmo dos instrumentos estarem ajustados. Mas a cobaia que passou pela análise mais bem feita, segundo MacDougall, resultou em 21 gramas de alma. Foi então que até criou-se o viral de que a alma humana pesava isso, e até foi feito um filme a respeito, com o sugestivo título “21 gramas”. Por essa inconsistência no estudo do doutor, a comunidade acadêmica, a crítica e os céticos caíram em cima das experiências, e não faltaram argumentos para justificarem a perda de peso das pessoas, e a ausência desse fenômeno nos animais. Meio constrangido, o doutor admite que sua experiência não foi lá muito bem feita, e que ela teve sim alguns furos, mas que ele está convencido de que a alma existe e de que ela pode ser pesada. E ele vai atrás de refazer com mais cuidado as experiências.

“Dos seis testes, dois tiveram que ser eliminados devido a erros nas balanças: num deles, a balança não havia sido calibrada corretamente; o outro morreu tão rápido que o médico não teve tempo de calibrá-la. Dos outros três, dois indicaram uma perda de peso que continuou durante um bom tempo, e o último indicou uma perda de peso que depois reverteu ao normal. (...) O doutor repetiu o experimento com quinze desafortunados cachorros, não encontrando qualquer diferença no momento da morte. O resultado não o surpreendeu. Pelo contrário, serviu de apoio à sua conclusão. Afinal, cachorros não têm almas.” JORNAL DA CIÊNCIA

Outra coisa interessante é a distinção entre almas. O doutor justifica a diferença de peso das almas e da diferença de tempo que cada alma levou para “deixar de vez o corpo” com o temperamento dessas pessoas. Percebam o argumento interessante (mas bizarro) de MacDougall:

Segundo o médico, a diferença tinha a ver com o temperamento de cada um. “ - Um dos homens era apático, lento no pensamento e na ação, nesse caso, acredito que a alma ficou suspensa no corpo, depois da morte, até se dar conta de que estava livre”. SUPERINTERESSANTE

É bem verdade que esse papo de ciência noética (que vamos falar em outros posts) e peso da alma ficou bem mais conhecido depois da publicação do livro de Brown. Mesmo esses assuntos sendo desacreditados por tanta gente cética e/ou estudiosa do assunto. Mas o fato é que esse é mais um assunto estranho e curioso que só comprova aquela velha premissa de que existem mais coisas entre o céu e a terra do que podemos imaginar. E o coitado do doutor McDougall, mesmo desacreditado na sua mais importante pesquisa, quando morreu, recebeu uma bela de uma homenagem no mesmo jornal norte-americano que cerca de 13 anos antes tinha publicado seu estudo tão entusiasmado. No dia 16 de outubro de 1920, o The New York Times anunciou sua morte com o título "Ele pesou a alma humana". Pra mim isso é um reconhecimento post mortem. Mas entendam como quiserem.


Aldrêycka Albuquerque

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